Vamos às minhas anotações acadêmicas da aula do dia 10/09/2007...
O que é?
Workflow é a técnica para automatizar as transações em termos de "rota" e "passos" para comunicação em um processo. Em outras palavras, é a seqüência de passos a serem cumpridos para atingir determinado objetivo.
- Possibilita a coordenação do trabalho realizado para múltiplos usuários;
- Envia comunicados para os usuários durante os passos de um processo;
- Fortalece o processo de negócios;
- Possibilita o estabelecimento e cumprimento de rotinas;
- Gerencia os passos para autorização em um processo;
- Vem distribuído (internamente) com o software;
- Existe antes e acima das aplicações;
- Os processos padrões devem vir definidos como "padrão".
Sistemas de Workflow
Provê uma maneira robusta para suportar o trabalho em um ambiente distribuído.
Um dos grandes benefícios do workflow automatizado é a redução da circulação de papéis e a possibilidade de controle e auditoria online/real time.
Processo de Negócio (Business Process - BP)
É uma tarefa de negócio completa, contendo uma ou mais atividades, pode estar conectado com outros BPs.
E para encerrar o assunto de hoje, um exemplo de workflow para o processo de identificação e correção de erro de programação (bug), utilizando os atores: usuário final, suporte técnico, desenvolvedores e testers.
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
Worflow
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segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Awareness
O que é?
Awareness (percepção) é a compreensão das atividades dos outros, proporcionando um contexto para sua própria atividade; é o conhecimento sobre o grupo e suas atividades passadas e presentes, é muito importante para o trabalho cooperativo, pois sem o mesmo este trabalho fica descoordenado e perde em qualidade e eficiência.
De uma maneira mais simplificada, awareness é o conhecimento geral sobre as atividades e sobre o grupo. É o conhecimento sobre o que aconteceu, o que vem acontecendo, o que está se passando agora e o que poderá acontecer dentro das atividades do grupo, e sobre o próprio grupo, seus objetivos e sua estrutura.
O awareness envolve dois aspectos complementares:
* Monitoramento da atividades dos colegas: Ouvindo conversas dos colegas; Observando o que os colegas fazem: para onde olham, com quem falam.
* “Exposição” das minhas atividades para meus colegas: Falando “alto” para que o outro preste atenção; Se movendo em direção a um objeto.
Dois tipos de awareness estão em investigação: awareness no mesmo espaço de trabalho e em espaços de trabalho diferentes. Na primeira, desenvolvedores são notificados sobre ações em artefatos colocados em seu próprio espaço de trabalho. Na segunda, desenvolvedores são notificados sobre ações em artefatos conectados a artefatos no seu espaço de trabalho atual ou ações em artefatos que estiveram uma ou várias vezes no seu espaço de trabalho
Aplicabilidade na área de CSCW
A área de CSCW vem buscando meios de suportar adequadamente o trabalho em equipe. Contudo, este suporte apresenta vários problemas. Um deles é a falta de contexto entre os participantes, ou seja, os membros de um grupo de trabalho desconhecem o que seus colegas estão fazendo, ou não sabem onde suas atividades se encaixam no trabalho como um todo, nem qual é a situação desse trabalho.
O fornecimento deste contexto aos membros de um grupo é o awareness.
Estar atento aos colegas e às suas atividades é importante para a fluidez e para a naturalidade do trabalho, sendo assim, o awareness torna-se uma peça chave para qualquer forma de cooperação, uma vez que perceber, reconhecer e compreender as atividades dos outros é um requisito básico para a interação humana e a comunicação em geral.
Awareness permite a cada usuário coordenar e estruturar seu trabalho, pois possibilita ao mesmo perceber e compreender no que os demais estão trabalhando. Além disso, mostra oportunidades para comunicação informal e espontânea, suportando o estabelecimento e a manutenção de convenções no grupo.
Exemplos de aplicação
- Centro de controle de metrôs de Londres: com dois atores principais: DIA (divisional information assistant), o responsável por informar o público de alterações no serviço e o Controlador que coordena os trens, horários, etc para garantir um atendimento adequado ao público.
É composto por vários recursos: tabela de horários (timetable),câmeras de vídeo, telefone, rádio, etc.
O DIA ouve o controlador conversar com os motoristas dos trens, e portanto avisa os passageiros de mudanças nos serviços; Acesso ao ambiente compartilhado é importante; O monitoramento é feito de maneira a não atrapalhar o trabalho do colega.
- POLITeam: O projeto POLITeam objetiva desenvolver um groupware com que suporte ao trabalho cooperativo assíncrono e distribuído, incluindo componentes de workflow, e processamento coordenado de documentos e tarefas. O POLITeam usa a metáfora de containers de objetos, como documentos, ferramentas e outros containers, assemelhando-se aos desktops padrão, usados em diversos sistemas, podendo ser classificado como metáfora de sistema. Sobre esta metáfora, o workspacecompartilhado pode ser visualizado através de três visões diferentes, caracterizando múltiplas visões, mas todas estas são desacopladas das visões mantidas pelos colegas. A noção de presença é fornecida no sentido de oferecer uma oportunidade, mas não há um suporte adequado à comunicação. Quanto aos eventos, seus usuários tem acesso a eventos no passado e no passado contínuo, com apresentação posterior e alta persistência, com as informações de awareness localizadas junto aos objetos compartilhados. Já as atividades são visíveis em um macro-nível, uma vez que somente é possível saber que foram feitas determinadas operações nos objetos como um todo, e não que parte foram alteradas.
- DIVA: O DIVA é um protótipo de ambiente de escritório virtual, com foco no fornecimento integrado de awareness, tanto em modo síncrono quanto assíncrono. Ele usa uma metáfora de escritório, modelando elementos como “pessoas”, “salas”, “mesas” e “documentos”. As “mesas” funcionam como local para o trabalho dentro das salas, podendo ser usadas para preservar o contexto de trabalho, permitindo a definição de diferentes modos de acoplamento entre as interfaces dos usuários, caracterizando a presença de múltiplas visões. O DIVA também fornece uma noção sobre a presença e a disponibilidade dos colegas no escritório, a qual, juntamente com as ferramentas de comunicação síncronas, por canais de áudio e vídeo, e assíncronas, via notas que podem ser deixadas para os colegas, funcionam como uma obrigatoriedade.
- SISCO: O SISCO é um sistema distribuído e assíncrono para o apoio a preparação de reuniões, através de um ambiente que permite a discussão dos temas a serem tratados na reunião, sem a obrigatoriedade da tomada de decisão. Sua arquitetura inclui uma memória de grupo que armazena as contribuições feitas durante a pré-reunião, facilitando o fornecimento de percepção de eventos ocorridos no passado ou no passado contínuo, com apresentação posterior e persistência alta, implementada através do uso do SGBD para a manutenção desta memória. Quanto à comunicação, o SISCO trata a presença dos colegas como uma oportunidade, apresentando uma ferramenta de comunicação síncrona, por troca de mensagens rápidas e não armazenadas, e a própria memória de grupo como uma forma de comunicação assíncrona,além de uma interface totalmente desacoplada.
- GroupKit: O GroupKit é um toolkit para a construção de groupware síncronos e distribuídos para arealização de conferências, incluindo também aplicações de conferência propriamente ditas e gerentes de sessão, que permitem aos usuários criarem e gerenciarem suas conferências. Através de seus widgets, o GroupKit permite às aplicações de conferências construídas sobre suas bases apresentar informações sobre as atividades em um micro-nível, com eventos presentes, de apresentação imediata,mas ainda com um recurso de manter o estado da conferência desde a saída de seu último membro até a entrada do próximo, o que pode ser considerado como um suporte à eventos em um passado contínuo não muito adequado. Já os últimos desenvolvimentos dentro do GroupKit têm vindo na direção de um suporte mais adequado à wokspace awareness, com o desenvolvimento de novos widgets para isto. Atualmente, há um suporte já preparado a interfaces WYSIWIS puras e WYSIWIS relaxadas, embora a escolha por um destes modelos e da própria metáfora a ser seguida depende da aplicação desenvolvida. Quanto a presença, o GroupKit já traz em sua distribuição um widget para isso, o “Participantes”, e uma aplicação de conferência, chamada “Post It”, para a troca de mensagens textuais síncrona.
A awareness mostrou-se um campo ainda fértil para as pesquisas na área de CSCW, sempre na busca por um suporte mais adequado ao trabalho em equipe.
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segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Coordenação, Resolução de conflitos e Negociação
Os sistemas colaborativos são especialmente vulneráveis a falhas já que cada pessoa tem seu próprio método e cada grupo utiliza uma ferramenta.
Para diminuir a ocorrência dessas falhas, há a Arquitetura Componentizada que possibilita ao coordenador do grupo acoplar e desacoplar componentes montando uma ferramenta adequada a seus propósitos do projeto. Essa arquitetura tem grande vantagem se utilizada com metodologias e linguagens orientadas a objetos.
Características do Projeto
* Simplicidade: a infra-estrutura deve minimizar o trabalho requerido aos escritores de aplicações;
* Espaço: a infra-estrutura deve apoiar o motivo dos conflitos, a resolução e as edições da relação do usuário;
* Flexibilidade: cada usuário tem sua característica, ou seja, o projeto deve ter suas interfaces e relações adaptáveis;
* Modularidade: separação das funcionalidades tornando as interações melhores direcionadas através de "plug-in" (gestão das modularidades).
Ambiente da tomada de decisão em grupo
Este ambiente deve estar adaptado para atender logicamente os passos do processo de realização de reuniões.
1º) Criação de um grupo: formado por um conjunto de usuários com metas comuns;
2º) Criação de uma reunião: visando solucionar um determinado problema. A ferramenta deve possibilitar a indicação do grupo para o qual a reunião será criada; a definição de sua pauta; a criação do conjunto de papéis sociais. De um modo geral, a gestão de reuniões.
3º) Agendamento de reunião: por convocação de membros do grupo através de um texto digitado pelo líder e/ou secretária do grupo. Essa convocação deve ser enviada por e-mail para todos os membros com verificação de leitura e pedido de resposta.
A articulação envolve a pré-articulação das tarefas, o gerenciamento do andamento das mesmas e a pós-articulação. Veremos a seguir a primeira e a última etapa:
* Pré-articulação: ações preparatórias para colaboração, feitas antes da reunião. Ex: identificação dos objetivos, seleção dos participantes, distribuição das tarefas, etc.
* Pós-articulação: são as ações após a reunião, envolve avaliação e análise das tarefas realizadas e a documentação do processo de colaboração.
Conflitos
Conflitos podem ser entendidos como a troca de informações e podem ser:
*Sintáticos: inconsistências que ocorrem abaixo do nível do código da aplicação, na própria infra-estrutura dos sistemas;
*Conflito semântico: acima da linha divisora entre a aplicação e a infra-estrutura.
Podemos resolver esses conflitos com alguns passos, como:
- Detectando a presença de inconsistência;
- Apoiando mecanismos para ambos: automático e manual, para definição de conflitos;
- Permitindo que determinado tipos de conflitos não resolvidos sejam tolerados e outros não permitidos.
E também é possível fazer a negociação de conflitos por:
- Resolução;
- Ignorar;
- Atraso;
- Identificação;
- Melhoria.
Colaboração e Escolha de Sistemas
Colaboração: é projetar e construir uma base de conceito, é um processo de tomada de decisão: para cada conceito e cada ponto de vista é necessário ser feita uma escolha, uma definição entre aquelas que são sugeridas pelos membros do grupo.
Existem diversos modelos para tomadas de decisão como IBIS, QOC e DRL que dão uma base para a criação múltipla de um ponto do modelo do conceito de vista.
É importante lembrar o que foi dito no começo deste post: a diferença entre pontos de vistas dos usuários fazendo com que diversas definições podem ser relacionadas a um único termo assim como diversos termos pordem ser para uma única definição.
Com essas diferenças nos pontos de vista, temos basicamente três meios de chegar à uma conclusão:
Derivação: uma visão nova da definição original ou uma definição completamente nova;
Intersecção: é uma definição nova que possui somente suas peças em comuns;
União: é a união dos pontos de vistas formando uma outra definição.
Concluindo, para resolver o processo, podemos fazê-lo por:
- Consenso;
- Correspondência;
- Conflito;
- Contraste.
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domingo, 26 de agosto de 2007
RSS e XML? O quê!?
Palavrinhas que estão cada dia mais presentes no nosso dia-a-dia. Aparentemente, apareceram do nada para dominar... Mas o que significam e para que servem? É disso que vamos tratar nesse post. Espero que seja esclarecedor. RSS
Podemos encontrar vários significados para essa sigla: RDF Site Summay, Really Simple Syndication ou Rich Site Summary.
Em uma das fontes em que pesquisei, temos que RSS é um endereço na internet que serve para monitorar as novidades de um site. Em outra fonte, diz que é uma forma simplificada de apresentar um contúdo de um site.
Para isso, o link e o resumo do site são armazenados em feed, ou seja, arquivos de extensão .xml, .rss ou .rdf.
Além disso, para obter as notícias ou as novidades, é necessário incluir o link do feed do site que se deseja acompanhar em um programa leitor de RSS (agregador) que lê o conteúdo dos feeds indexados e mostra o mesmo em sua interface. Esses programas podem ser instalados no seu pc ou podem ser acessados pois são páginas da internet. Alguns sites citados: www.netvibes.com, www.start.com, www.google.com/ig, www.my.yahoo.com
Os sites que disponibilizam o RSS exibem um link ou uma imagem alaranjada para identificar o serviço como o que coloquei no ínicio deste assunto, logo antes da sigla RSS. No caso do Firefox ou de outros programas compatíveis com RSS, basta clicar no símbolo em questão para que o feed do site visitado seja adicionado.
Bom, esse foi o resumo básico sobre RSS. Agora, vamos falar sobre o XML. XML
É a abreviatura de Extensible Markup Language. Encontrei duas traduções: Linguagem de Marcação Estendida e Linguagem extensível de formatação. De qualquer forma, é um conjunto de regras (convenções ou diretrizes) para projetar formatos de texto que permite estruturar dados, possibiliantando a criação dos seus próprios conjuntos de elementos de marcação. Em outras palavras, é uma maneira simples e padrão de delimitar os dados do texto.
Um dos objetivos da XML é possibilitar a transferência e a manipulação de dados através da Internet de modo simplificado. Podemos: descrever dados; apresentar dados em algum formato, como HTML; transportar dados; trocar dados de forma transparente entre plataformas diferentes.
A linguagem XML é definida como o formato universal para dados estruturados na Web. Esses dados consistem em tabelas, desenhos, parâmetros de configuração, etc. A linguagem então trata de definir regras que permitem escrever esses documentos de forma que sejam adequadamente visíveis ao computador.
O básico de XML é isso!
Bom, e para que tratar destes dois temas neste único post??
Pois eu digo que esses dois assunts têm muito em comum: para ter acesso às atualizações dos sites que você agregou como RSS, o site deve gerar um código XML com o conteúdo.
Com isto, espero ter esclarecido um pouco sobre RSS e XML.
Amanhã terei um novo tema, logo quando der, postarei de novo!
E logo abaixo, deixo as fontes dessas informações:
Tecnologia RSS - Emerson Alecrim - http://www.infowester.com/rss.php
O que é RSS? - Luis Carlos Rubino - http://www.ufmg.br/online/web/arquivos/003127.shtml
O que é RSS - http://br.mozdev.org/firefox/rss
RSS - http://wnews.uol.com.br/site/rss/index.php
XML em 10 pontos - Marcelo Jaccoud Amaral - http://paginas.terra.com.br/informatica/mja/W3C/XML-in-10-points.pt-BR.html
O que é XML - Miguel Angel Alvarez - http://www.criarweb.com/artigos/203.php
XML, é de comer? - Filipe - http://www.webtutoriais.com/open.php?cut=1670
O que é XML? - Emerson Alecrim - http://www.infowester.com/lingxml.php
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quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Ferramentas Groupware para Intranets
Neste primeiro post temático, vou falar sobre o artigo “Ferramentas Groupware para Intranets” escrito por Ozir Francisco de Andrade Zotto, o artigo pode ser acessado através do seguinte link que eu já disponibilizei anteriormente: http://www.pr.gov.br/batebyte/edicoes/1997/bb71/ferramen.htm
Como o próprio título diz, falaremos sobre as ferramentas de groupware.
Lótus (IBM): o Lótus Notes é a ferramenta de groupware mais conhecida que sofreu várias alterações para ter uma integração com a internet. É uma ferramenta proprietária. A seguir, informações sobre algumas versões:
* Notes Release 4.5 – executa na maioria das plataformas e provê uma variedade de ferramentas;
* InterNotes Web Publicher 4.0 – o primeiro a ser utilizado em ambiente web permitindo criar e gerenciar um website e uma intranet;
* Domino – a partir da versão 4.5 do Notes o servidor passou a se chamar Domino incorporando as tecnologias do servidor Notes e do servidor Web.
Netscape (Collabra): foi o responsável pela revolução da computação por causa do browser Navigator que permitiu uma maior utilização da internet pelos usuários.
A partir da 2ª versão, o Navigator tornou-se um conjunto de aplicações pelo fato do browser, do correio e do leitor de notícias ativarem URL’s.
Para a utilização de groupwares para intranets, a Netscape utiliza um conjunto de servidores multiplataformas, o SuitSpot e o Communicator para oferecer colaboração.
* Netscape SuitSpot: consiste de nove servidores baseados em torno dos padrões internet, sendo que a integração entre tais servidores ocorre em três principais áreas: administração, segurança e ambiente de desenvolvimento de aplicações. Suporta apenas o protocolo TCP/IP, mas executa em Windows NT e várias estações do Linux.
* Communicator: é um conjunto completo de ferramentas de comunicação internet e intranet.
Microsoft: os produtos da Microsoft oferecem inúmeros serviços de groupware:
* NetMeeting: oferece conferência com voz, quadros brancos e chat através
* Internet Explorer: e-mails e newsgroups
* Internet Information Server (IIS): ferramentas para criar e suportar repositórios de conhecimento
* Front Page: publicação web
* Exchange 5.0: sistema integrado de mensagens, calendário e gerenciamento de características de informações. O Exchange é o aplicativo central da Microsoft para prover serviços groupware armazenando documentos e mensagens para vários serviços internet.
* Office 97: conjunto de ferramentas individuais de produtividade que serão integradas como ferramentas de colaboração e editoração compartilhada.
* Outlook: é um aplicativo de mensagens, calendário e gerenciamento de tarefas que operar tanto em uma rede quanto isoladamente.
Groupwise 5.1 (Novell): sólida plataforma groupware mais adequada para empresas com NetWare instalada. Dispões de e-mail integrado com calendário e horário, gerenciamento de tarefas, discussões encadeadas, gerenciamento de documentos e uma nova interface com o usuário.
InterOffice (Oracle): conjunto de aplicativos construídos especificamente para a Web visa posicionar a empresa do groupware e procura integrar as bases de dados relacionais e os grupos de trabalho. Os seus serviços colaborativos baseiam-se em tecnologia de banco de dados relacionais para viabilizar compartilhamento, troca e gerenciamento de informações.
Livelink Intranet (OpenText): oferece um ambiente colaborativo que pode suportar qualquer numero de usuários, sistemas ou localizações. Grupos de trabalhos e gerentes de qualquer parte do mundo podem utilizar as ferramentas Livelink para projetos colaborativos. Vale ainda mencionar que o aplicativo também utiliza processadores de texto convencionais.
WebCrossing (Lundeen e Associates): fornece fóruns públicos e privados de discussão que podem ser acessados por browser Web. Além disso, esses fóruns podem ser livres ou controlados por moderadores e força um fluxo linear das discussões em cada tópico.
Open Mind (Attachmate): fornece conferências e repositórios de conhecimentos que podem ser recuperados por browsers Web.
Comparando, o groupware tende a focalizar no compartilhamento de informações e construção de consenso ao longo do tempo. Já os softwares de colaboração em tempo real permitem que um grupo finalize rapidamente um memorando ou produza novas idéias em brainstorm e utilizam quadros-brancos, compartilhamento de arquivos, chats e transferência de arquivos para facilitar a colaboração pela internetsobre os quais discutiremos logo a seguir. Alguns exemplos desses softwares são: Microsoft NetMeeting, Netscape Conference e Internet Conference Professional.
Quadro-branco (White Board): são programas que permitem que os usuários desenhem,digitem e anotem numa superfície eletrônica. (Adorei isso! Rs rs)
Compartilhamento de arquivos: permite a múltiplos usuários editarem o mesmo documento.
Outros serviços: também temos a transferência colaborativa de arquivos que é útil na distribuição de arquivos para as conferências; os chats que permitem uma comunicação quando o telefone ou a audioconferência não estiverem funcionando.
De uma maneira geral, podemos listar algumas vantagens das intranets corporativas e das ferramentas groupware integradas na intranet:
- melhoram a comunicação e a produtividade das empresas;
- tornam a empresa mais eficaz e mais dinâmica.
Como todos podemos perceber, estamos caminhando para uma economia digital onde ferramentas integradas para comunicação colaboração, coordenação e publicação são necessárias para suportar as atividades de relacionamentos.
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segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Início de novo semestre
Olá!!
Bem-vindos ao meu novo blog!
Este é especialmente voltado à disciplina de SATC, ou seja, Sistemas de Apoio ao Trabalho Cooperativo.
Aproveitem e opinem a vontade!
E o primeiro post será sobre o artigo "FERRAMENTAS GROUPWARE PARA INTRANETS" do autor Ozir Francisco de Andrade Zotto disponível em: http://www.pr.gov.br/batebyte/edicoes/1997/bb71/ferramen.htm
Aguardem!
Até mais.
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